
Diz esse amigo que «contra esta realidade não podemos, ainda, quem pensa num colectivo maior fazer nada», acrescentando o que «a revolução não acaba com o encerrar de uma trincheira».
Oferece-me, aliás, espaço no jornal onde trabalha para continuar a dar vida à coluna «Alto Hama» onde, diz ele, defendo «a verdade que querem ver amordaçada pela força dos milhões».
Obrigado amigo e companheiro.
Por enquanto, vou continuar nesta trincheira. Ainda restam algumas munições e o vento que passa traz, embora ténues, indicações de que há reforços a caminho.
Espero que se concretizem e que não cheguem tarde.
Sem comentários:
Enviar um comentário