
Mário Soares afirmou agora, num artigo publicado no diário espanhol El Pais, que o ano de 2007 "não deixa saudades" e que o de 2008 "não parece ter um bom auspício". Concordo.
Para o ex-presidente da República, é “difícil fazer previsões” para 2008, tendo em conta as guerras e os sinais preocupantes nas áreas institucional, económica e religiosa.
“2008 não parece ter um bom auspício”, admitiu, porque “os sinais de crise financeira que afecta as Bolsas mundiais podem conduzir, com certa probabilidade, a uma importante crise económica, com inevitáveis reflexos na Europa" incluindo – saliento eu – o reino do seu amigo e correligionário José Sócrates.
Mário soares considera que “as desigualdades sociais são cada vez mais profundas, tanto nos países ricos como nos pobres”, o que pode justificar a “crispação” e “importantes revoltas” populares numa altura em que o neoliberalismo “está em vias de esgotamento”, incluindo – saliento eu – o reino do seu amigo e correligionário José Sócrates.
Sobre o ano 2007, o ex-chefe de Estado disse que não vai deixar “saudades neste mundo tão inseguro, incerto e complexo”, incluindo – saliento eu – o reino do seu amigo e correligionário José Sócrates.
Enfim. Começar o ano com um texto de opinião que cita Mário Soares não parece ser, aqui para o Alto Hama, a forma mais auspiciosa. Será, espero, um caso típico de começar mal para terminar bem.
Enfim. Começar o ano com um texto de opinião que cita Mário Soares não parece ser, aqui para o Alto Hama, a forma mais auspiciosa. Será, espero, um caso típico de começar mal para terminar bem.
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