
Segundo as autoridades colombianas os documentos provam o apoio directo do presidente venezuelano à guerrilha, em dinheiro e armas.
Bogotá afirma que as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia "são pagas e armadas pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez" e a guerrilha "participou no financiamento" da campanha do socialista equatoriano Rafael Correa à Chefia de Estado.
O secretário-geral da Interpol, Ronald Noble, em conferência de imprensa na capital colombiana garantiu que os seus peritos "não encontraram a mínima alteração, supressões ou acrescentos nos dados dos ficheiros" do computadordo "número dois" das FARC.
O presidente da Venezuela reagiu qualificando o anuncio da Interpol de "show" e de "vergonhoso". No entanto, quando alertado para o exemplo do seu amigo José Sócrates que foi apanhado a fumar num avião da TAP, Hugo Chávez mudou de estratégia.
Chávez convocou os jornalistas e disse: “Peço desculpa pelo que fiz e prometo que a partir da agora vou deixar de fumar”.
Perante o espanto da Imprensa ao ver que Chávez debitara textualmente o que dissera Sócrates, o presidente venezuelano sorriu, pôs o dedo em riste e garantiu:
“Não peço desculpa nenhuma e vou continuar a apoiar os terroristas das FARC”.
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