
Num documento hoje divulgado na Internet, a "Human Rights Watch" acusa o Governo angolano de não cumprir "plenamente" o seu dever de garantir o direito de eleições livres, bem como os direitos de expressão e de reunião.
Como os leitores aqui do Alto Hama ou, entre outros, do Pululu muito bem sabem, tudo isto tem sido habitual e constantemente tratado e denunciado sem que, contudo, tenha merecido grande atenção dos organismos internacionais competentes, casos da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, União Africana, ONU e União Europeia.
"As condições para os eleições livres e justas começam muito antes do dia eleitoral", afirma Georgette Gagnon, directora para África da organização Humam Rights Watch, acrescentando que “a menos de um mês das eleições está claro que os angolanos não podem fazer campanha eleitoral sem intimidações ou pressões”.
“A não ser que esta situação mude agora, os angolanos não serão capazes de exercer o seu voto de maneira livre", declara a mesma responsável da Humam Rights Watch.
Pois. E assim se faz a história do país que mais elogios recebeu do primeiro-ministro das ocidentais praias a norte de Marrocos, de seu nome José Sócrates.
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