"Tentei ensinar-lhe valores morais e dignificantes, mas ele não olha a meios para atingir os fins. Anda sempre com o nariz espetado como um perdigueiro, a ver onde pode ir buscar poder e dinheiro", afirma Monteiro de Freitas na assumida qualidade de “pai adoptivo” de Eduardo Costa, o empresário fúnebre mais eficaz de Portugal.
In Visão no artigo de Miguel Carvalho: “O homem por detrás do Janeiro”
O poder das ideias acima das ideias de poder, porque não se é Jornalista (digo eu) seis ou sete horas por dia a uns tantos euros por mês, mas sim 24 horas por dia, mesmo estando (des)empregado.
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