quarta-feira, julho 08, 2009

Ramos Horta, Lusa e outras histórias

«De acordo com informações recolhidas pelo TLN o presidente José Ramos Horta fez do delegado da Lusa em Díli, José Meireles, seu aliado, que por variadas razões foi afastado do seu cargo pela direcção da agência de notícias de Portugal.

Foi declarado ao TLN que até agora “parece que poucos se aperceberam, mas está montado um verdadeiro “cavalo de batalha” entre o PR e a Lusa. O delegado que substituiu Pedro Rosa Mendes, José Meireles, foi despedido pela agência portuguesa. O processo disciplinar de que foi alvo aponta para má conduta profissional. Em causa está a desobediência do delegado à linha editorial da agência.

”As informações vão no sentido de que “como se não bastasse, JM ofendeu os seus directores e administradores, com palavras” preferíveis de aqui não mencionar. Na sequência do ocorrido “foi despedido ao fim de um mês” de se encontrar em Timor-Leste. As razões prendem-se com uma invenção de JM “que convenceu o PR da existência de um plano maquiavélico da Lusa para deitar abaixo Timor.

Ramos Horta acreditou. Deu-lhe guarida.”Ao que parece “JM está agora instalado num gabinete de luxo no novo edifício da presidência, e teve de presente um carro novo. Como se não bastasse, o PR nega a entrada do novo delegado da Lusa em Timor, não vá o JM ter razão, e existir mesmo um plano maquiavélico.”Com ironia foi-nos dito que esta é uma “boa forma de entender a liberdade de expressão num país democrático”.

Parecendo assim que Timor-Leste tem “um longo caminho a percorrer”. Acrescentando que o “PR está a entrar por um caminho perigoso, ao tentar condicionar o trabalho e as opções da Lusa.

”Na sequência da conversa informativa seguiram-se perguntas e considerações baseadas em factos que denotavam apreensão.

“Será que Ramos Horta está cego? Então não vê a quem se está a aliar? JM não durou um mês como jornalista em Timor-Leste. Conseguiu ofender tudo e todos. Conseguiu ser alvo de um processo em tribunal por difamação, movido pelo BNU em Díli. Não escreveu uma única notícia que fosse objectiva.

E ainda por cima, é levado ao colo pelo PR, que parece cego na sua cruzada contra a Lusa.”A título de remate da conversa e em cruzamento de dados das informações foi-nos declarado que este caso “é sem dúvida um mau exemplo” demonstrando mais uma vez que se "torna demasiado perigoso criticar o estado timorense, veja-se a guerra contra PRM.”»

In:
http://timorlorosaenacao.blogspot.com/2009/07/ramos-horta-conquista-delegado-da-lusa.html

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